sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Teste de remédio falha e paciente tem morte cerebral

Uma pessoa entrou em coma e outras cinco foram internadas na França após um problema em um teste clínico, informou a imprensa europeia nesta sexta-feira (15). De acordo com o jornal francês Le Monde, o paciente teve morte cerebral.
O Ministério da Saúde francês disse que o teste foi realizado em um laboratório autorizado perto da cidade de Rennes na quinta-feira (14). Segundo a agência de notícias Reuters, o medicamento que estava sendo testado era uma nova droga do laboratório Bial, maior empresa farmacêutica de Portugal.
O Ministério não informou qual era o propóstio do medicamento, mas disse que os pacientes tinham boa saúde até tomarem o medicamento via oral. "O teste era realizado em um estabelecimento privado especializado em realizar testes clínicos", disse o ministério.
Segundo o jornal Le Monde, a droga em teste era um composto batizado com a sigla BIA 10-2474, capaz de agir sobre o sistema nervoso central. A intenção futura do laboratório era avaliar seu efeito como analgésico e para tratamento de transtornos de humor de pacientes com mal de Parkinson.
A droga é um composto sintético que age sobre os mesmos mecanismos biológicos em que atua a maconha, mas não era em si um derivado de maconha.
A ministra Marisol Touraine classificou o caso como “incidente muito sério” e se encaminhou para o hospital onde as pessoas eram tratadas. Segundo ela, além dos pacientes internados, outras 84 pessoas tomaram o medicamento. Três dos cinco internados teriam sofrido danos irreversíveis, afirmou.
Todos os testes realizados na clínica onde ocorreu o problema foram suspensos. A clínica será inspecionada pela agência francesa responsável pelo desenvolvimento de medicamentos.
A Bial havia terceirizado a realização do teste clínico para a empresa Biotrial, que conduzia o projeto na França. "O teste foi conduzido totalmente de acordo com regras internacionais e os procedimentos da Biotrial foram seguidos em todos os estágios do teste, particularmente os procedimentos de emergência para transferência dos voluntários ao hospital", afirmou a empresa francesa em comunicado.
A Bial não havia se manifestado até o fim da tarde, mas afirmou que também emitiria um comunicado de esclarecimento sobre o caso.

sábado, 21 de novembro de 2015

PACIENTE É PRESA APÓS CHAMAR ENFERMEIRA DE CACHORRA, VAGABUNDA E SAFADA



Ofendida e indignada com a atitude da mulher, a servidora acionou a Polícia Militar que foi ao local e deu voz de prisão à paciente, a encaminhando para a central de polícia para que fossem tomadas as medidas que a lei determina. Porto Velho, RO - Policiais Militares foram acionados à comparecerem em um posto de saúde no Bairro Aponiã onde uma funcionária pública teria sido desacatada por uma paciente. A mulher presa foi identificada como Maria das Graças Pinheiro Esteves, de 48 anos. As informações são de que a paciente teria ido até a sala de triagem da referida unidade de saúde e indagou a enfermeira informando que seu nome não estava na lista de pessoas agendadas para atendimento. A enfermeira então relatou a possibilidade de encaixar a mulher para que ela pudesse ser atendida, observando as prioridades já agendadas. A paciente então ficou revoltada e passou a proferir palavras de baixo calão contra a servidora pública, tais como "cachorra, vagabunda e safada". Ofendida e indignada com a atitude da mulher, a servidora acionou a Polícia Militar que foi ao local e deu voz de prisão à paciente, a encaminhando para a central de polícia para que fossem tomadas as medidas que a lei determina. As informações contidas nesta matéria foram obtidas através do boletim de ocorrência.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Equipe do Samu é assaltada em Aracaju


Técnica revela angústia e sugere parceria com a PM

Uma equipe de profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi vítima de assalto na madrugada desta terça-feira, 17, em Aracaju. Três homens armados com facões abordaram o condutor da ambulância, que estava estacionada na porta da casa de uma vítima que recebia os primeiros atendimentos da equipe, e levaram a carteira contendo documentos pessoais, dinheiro e também um aparelho de telefone celular. “Estou me sentindo amedrontada e triste com o ocorrido”, desabafou a técnica de enfermagem Katerine Melo, que integrava a equipe que prestava o atendimento a um paciente.

De acordo com a técnica de enfermagem, a equipe chegou à residência entre os dez e 40 minutos da madrugada desta terça-feira, 17, à residência da paciente no Conjunto Almirante Tamandaré. A técnica de enfermagem entrou, enquanto o condutor estacionou a ambulância na porta do imóvel e se posicionou na porta do veículo para aguardar o encerramento da ocorrência, mas acabou surpreendido pelos três assaltantes.

“Um deles ainda cogitou entrar na casa para me assaltar, mas não sei o que aconteceu que eles desistiram e foram embora depois que roubaram a carteira e o celular do condutor”, conta a técnica de enfermagem. “Eu estava ao telefone aguardando o médico regulador quando fiquei sabendo e então passei logo as informações para a supervisão”, revela.

Mesmo com o controle emocional abalado, a técnica deu prosseguimento ao atendimento ao paciente, concluiu os trabalhos e, em seguida, se dirigiu à Delegacia Plantonista, onde foi registrado o boletim de ocorrência. “Eles não respeitaram os profissionais, não respeitaram o serviço, estávamos fazendo o atendimento a uma pessoa que estava mal, mas graças a Deus meu colega se manteve calmo”, comentou.

Para a técnica de enfermagem, a alternativa para evitar ocorrências desta natureza e preservar a integridade dos profissionais durante a prestação do serviço, seria o Samu firmar parceria com a polícia militar para ampliar a segurança às equipe, principalmente nos horários entre às 22h e 5h da manhã e nos locais de maior vulnerabilidade.

Em nota enviada à redação, a assessoria de imprensa informou que a gestão da Secretaria de Estado da Saúde (SES), da Fundação Hospitalar da Saúde (FHS) e do Samu se solidarizam com o condutor e ressalta que providências já foram tomadas junto à Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE). "A gestão do Samu esclarece ainda que, mesmo com o fato ocorrido, a equipe assistencial prestou todo atendimento pré-hospitalar necessário e a paciente foi encaminhada ao Hospital Municipal Nestor Piva", destaca a nota.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Estudo sugere que todas as mulheres são gays ou bissexuais



De acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido, o sexo feminino pode ser classificado apenas por dois gêneros sexuais: lésbica ou bissexual. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail . A pesquisa, conduzida pelo Dr. Gerulf Rieger, do Departamento de Psicologia, foi feita com 345 mulheres. "Mesmo que a maioria das mulheres se identifique como hétero, nossa pesquisa demonstra claramente que, quando se trata do que as excita, elas são bissexuais ou gays, mas nunca heterossexuais", disse o doutor. Ao assistirem vídeos de homens e mulheres atraentes e nus, essas mulheres foram analisadas e, de acordo com a dilatação de suas pupilas, foi concluído que as que se dizem heterossexual se excitaram pelos vídeos de ambos os sexos, enquanto as mulheres que se classificaram como lésbicas sentiram-se atraídas mais pelas imagens femininas, não demonstrando desejo com os vídeos do sexo oposto. "Isso nos mostra que a forma como as mulheres se apresentam em público não significa que sabemos algo sobre suas preferências sexuais.”, concluiu.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Técnica de enfermagem morre após procurar ajuda no hospital em que trabalhava.'O médico disse que era frescura'

Amigos da técnica de enfermagem Elisângela Medeiros, 35 anos, que morreu após procurar atendimento no hospital em que trabalhava, afirmam que ela foi vítima de descaso e omissão de socorro. De acordo com os funcionários, Elisângela foi tratada com desdém pelo médico responsável. 
ASSISTA A REPORTAGEM COMPLETA:



"Eu não quero morrer. Para morrer, eu prefiro morrer em casa". O desabafo, feito no WhatsApp, é da técnica em enfermagem do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, Elizangela Medeiros, de 35 anos, que morreu três dias depois da gravação, na última segunda-feira. Segundo funcionários e amigos com quem ela trabalhava na unidade hospitalar, Elizangela gravou o áudio minutos após deixar o hospital, onde foi atendida sexta-feira passada, e mandada para casa, apesar das dores no peito e da falta de ar. Ela morreu na segunda-feira, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Edson Passos, em Mesquita, onde chegou com os mesmo sintomas.

Com um tom de voz aparentando muito cansaço, Elizangela contou na gravação o drama que viveu no hospital. No áudio, com quase dois minutos, ela reclama do atendimento. "Quando eu cheguei pela manhã, o doutor Sebastião me fez (aplicou) um Diazepam e disse que eu estava com uma crise nervosa e eu estava dispneica, cansada, pálida, sem conseguir falar... Foi como se eu não tivesse nada, fosse frescura... E pra ficar internada para esses médicos fazerem pouco caso, me tratar como um lixo... eu trato os pacientes como prioridade", disse ela.

Revoltados, os funcionários fizeram, na manhã desta quarta-feira, um protesto em frente ao hospital. Segundo eles, ela foi atendida pelo clínico de plantão na sexta-feira, identificado apenas como Sebastião. "Ela estava passando muito mal, mas o médico disse que ela estava tendo um piti, que ela não tinha nada, a mandou para casa e ela morreu sentada numa cadeira da UPA esperando atendimento. Isso é um absurdo. Queremos uma resposta, caso contrário vamos parar de trabalhar", disse um funcionário, que não quis se identificar temendo represálias. "Trabalhei com ela por anos, era uma grande amiga, profissional dedicada", contou ele.

A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde informou que Elizangela recebeu atendimento. Segundo a nota da assessoria, exames constataram pressão arterial levemente alta e taquicardia discreta. De acordo com assessoria, ela ficou em observação até às 15h30 quando apresentou quadro estável e recebeu alta médica.

Porém, a direção do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (HEAPN) está apurando se houve algum desvio de conduta por partes dos profissionais que a atenderam. Ainda de acordo com a assessoria, caso as denúncias sejam comprovadas, serão aplicadas as punições cabíveis. Sobre o atendimento na UPA, a assessoria informou que Elizangela já chegou à unidade em parada cardíaca e que foram feitas manobras de ressuscitação, mas que ela não resistiu.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Mulher revê enfermeira que tratou de suas queimaduras quando era bebê



Amanda Scarpinati tinha três meses quando sofreu um acidente grave.Após 38 anos, ela divulgou foto e conseguiu reencontrar Susan Berger.
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Durante 38 anos, poucas fotos em preto e branco garantiram conforto a uma mulher que sofreu terríveis queimaduras quando era um bebê e que enfrentou anos de provocações na escola e dolorosas cirurgias.
As fotos mostram Amanda Scarpinati com apenas três meses de idade, com sua cabeça envolta em curativos e no colo de uma enfermeira. As imagens foram feitas para o relatório anual de 1977 do Albany Medical Center.


Foto de 1977 mostra a enfermeira Susan Berger,então com 21 anos, segurando Amanda Scarpinati, que tinha três meses, no Albany Medical Center.


Quando bebê, ela havia rolado de um sofá e caído em um vaporizador com água fervendo. Uma pomada mentolada derretida escaldou sua pele. As queimaduras exigiriam diversas cirurgias reconstrutivas ao longo dos anos.

As fotos ajudaram.

“Quando era criança, desfigurada pelas queimaduras, eu era alvo de bullying e vivia sendo provocada, atormentada”, disse ela. “Eu olhava para essas fotos e falava com ela, mesmo sem saber quem ela era. Eu me confortava olhando para essa mulher que parecia tão sincera, se importando comigo”.

Scarpinati agora vive em Athens, cerca de 40 quilômetros ao sul de Albany, e trabalha como gerente de recursos humanos. Durante sua vida toda ela quis agradecer à enfermeira que demonstrou tanto carinho por ela, mas sequer sabia seu nome.


Ela tentou descobrir há 20 anos, sem sucesso. As fotos foram feitas pelo fotógrafo Carl Howard, mas os personagens não estavam identificados.


A enfermeira Susan Berger e Amanda Scarpinati exibem uma reprodução de uma foto de 1977 em que elas aparecem juntas no Albany Medical Center, durante seu encontro.

Com o incentivo de um amigo, ela tentou novamente este mês, postando as fotos no Facebook e pedindo ajuda.

“Em 12 horas elas tinham viralizado, com 500 mil compartilhamentos ao redor do país”, disse Scarpinati.

Ela obteve sua resposta em um dia: a jovem enfermeira de cabelos longos era Susan Berger, que tinha 21 anos na época. Angela Leary, uma colega de enfermagem que também trabalhava no centro médico, a reconheceu e enviou uma mensagem a Scarpinati, dizendo que Berger “era tão doce e cuidadosa quanto parece nessa foto”.

A enfermeira Susan Berger e Amanda Scarpinati se abraçam durante encontro no Albany Medical Center.

Preservados pelas fotos, os encontros entre elas na sala de recuperação pediátrica tiveram um impacto duradouro nas vidas de ambas.

“Eu me lembro dela”, disse Berger antes de as duas se encontrarem. “Ela era muito tranquila. Geralmente, quando bebês saem de cirurgias, eles estão dormindo ou chorando. Ela estava simplesmente tão calma e confiante. Era impressionante”.

Berger tinha acabado de se formar na faculdade, e o bebê Amanda foi um de seus primeiros pacientes. Agora ela se aproxima do final de sua carreira, supervisionando o centro de saúde da Cazenovia College, na região de Finger Lakes, em Nova York.
As duas mulheres ficaram emocionadas ao se verem novamente na terça, soluçando e se abraçando enquanto diversas câmeras as fotografavam em uma sala de conferências de um centro médico.

“Oh, meu Deus, você é de verdade! Obrigada!”, disse Scarpinati.

“Eu é que agradeço”, respondeu Berger.



Amanda Scarpinati fala com jornalistas durante seu encontro com a enfermeira Susan Berger, na sala de conferências do Albany Medical Center.

Caso ainda tenha alguma cicatriz, Scarpinati não as exibe, de seus longos cabelos escuros à tatuagem de borboleta acima de seu tornozelo. Berger também parece jovem e animada, com cabelos loiros na altura dos ombros, um pouco mais curtos do que usava em 1977.

“Estou muito feliz por encontrar Sue... nunca achei que esse dia chegaria”, disse Scarpinati.

Berger diz que se sente ainda mais abençoada.
“Não sei quantas enfermeiras teriam sorte suficiente para passar por algo assim, ter alguém que se lembre de você o tempo todo”, disse. “Sinto-me privilegiada por ser a representante de todas as enfermeiras que cuidaram dela ao longo dos anos”.
Um repórter perguntou se o encontro poderia ser o início de uma amizade para a vida toda.
Scarpinati tinha uma rápida resposta: “Já tem sido uma amizade para a vida toda. Ela apenas não sabia”.




Técnico de enfermagem desaparece durante plantão em hospital de MG

Luciano Borges estava no horário de descanso quando deixou o hospital.Segundo sogra do jovem, ele apresentava sintomas de depressão.


Desaparecimento Barbacena  (Foto: Reprodução/Facebook)Jovem está desaparecido desde a madrugada de
sábado (Foto: Reprodução/Facebook)
O técnico de enfermagem de Barbacena, Luciano José Borges de Souza, está desaparecido desde a madrugada do último sábado (24), quando estava de plantão em um hospital da cidade. A informação é da família da noiva do jovem, de 29 anos.

A sogra de Luciano, Célia Maria de Souza Oliveira, contou que a noiva do jovem, Viviane Oliveira, com quem está há seis anos, fez o último contato com o rapaz por volta das 20h30. Na oportunidade ele estava trabalhando no plantão noturno no Hospital Regional de Barbacena e deixaria a unidade pela manhã.

Luciano estava no momento de descanso do trabalho quando saiu do local e desapareceu. De acordo com a sogra dele, o jovem foi visto pela última vez por volta das 4h, quando foi flagrado por uma câmera de segurança da rodoviária da cidade. As imagens mostram Luciano ainda com a roupa de trabalho.


Ainda segundo a sogra do rapaz, a noiva dele foi à rodoviária após observar que o jovem teria sacado dinheiro no local. Ele teria feito um saque de R$ 300, lanchado e depois ido ao banheiro para trocar a roupa. Depois teria sacado dinheiro mais uma vez e descido a rampa da rodoviária. Depois disso, Luciano não foi mais visto.

A sogra do jovem disse ainda que Luciano apresentava sintomas de depressão. Há cerca de um ano o rapaz perdeu a mãe, vítima de câncer. “Ele estava deprimido. Dia 8 de dezembro fará um ano que a mãe dele morreu. Eles eram muito apegados, então ele estava muito triste”, disse.

Nas redes sociais, familiares e amigos de Luciano fazem corrente para tentar encontrar o rapaz. Eles pedem para que quaisquer informações sobre o paradeiro do jovem sejam repassadas aos familiares
.

domingo, 4 de outubro de 2015

Fixação externa

É um método de fixação óssea ou de fragmentos ósseo, usados para o controle de fraturas abertas com danos em tecidos moles, artrose e osteostomias, proporcionando apoio estável, ao mesmo tempo em que permitem o tratamento ativo dos tecidos moles lesados. Além de proporcionar estabilidade e elasticidade.

Funções

●Estabilização

●Compressão

●Distração



Tipos de fixadores externos

Fixadores externos- Sistema tubular


Fig.1-utilizada quando um dos fragmentos é curto.
Fig.2-Fixador externo tubular utilizado na fratura de sínfise púbica.

 

Fig.3 -Aplicação de tensores externos à rótula.

Fig.5- 
Fig.6-

Fixadores externos de alongamento de fêmur fixador externo de lizarov

Indicações

Fig.1- Deformidade angular
Fig.2- fratura fechada
Fig.3-Deformidade congênita



●Fraturas associadas à perda óssea e à lesão de partes moles.

●Fraturas compostas severas.

●Fraturas associadas a queimaduras.

●Fraturas associadas a lesões neurovascular.

●Fraturas fechadas (em casos de fraturas cominutivas e segmentadas, nos quais segmentadas, nos quais o tratamento clássico está contra-indicado).

●Fraturas associadas a outras lesões graves ou severas.

●Fraturas múltiplas

●Fraturas pélvicas.

●Tratamento da não consolidação



Em ortopedia

●Estabilização de osteotomias.

●Artroses (permite forte compressão,,deambulação precoce, como nos casos de doenças que comprometem a sensibilidade, tais como diabetes e prótese falida)

●Pseudoartroses (nos casos de falha óssea, onde ocorre impotência funcional, dificultando a utilização do mesmo. 

●Alongamento de membro inferior. 

●Deformidades congênitas ou adquiridas (promove alongamento e correção progressiva nos casos de encurtamento, de deformidade angular, falta de seguimento, pé torto e outros).

●Seqüela de paralisia infantil (indicado nos casos encurtamento do membro, deformidade angular).

VANTAGENS

●A principal vantagem é o acesso às partes moles;

●Ausência de material de imobilização;

●Permite o cuidado das lesões no domicilio do paciente;

●Permite uma maior liberdade para realizar algumas atividades,

mesmo estando submetido a tratamento;

●Estabilização da fratura a uma distância do local de lesão;

●Capacidade de realizar procedimentos subsequentes, como

enxertos cutâneos ou enxertos vascularizados;

●Mantém uma mobilidade global do paciente, mas com imobilização na zona lesada.

●Conforto do paciente.

●Interferência articular mínima;

●Mobilização precoce;

●Capacidade de usar fixação interna ou outros dispositivos de fixação óssea, ao mesmo tempo ou sequencialmente;

●Encurtamento da hospitalização;

●Minimização das complicações relacionadas com o desuso e a imobilidade;

●Ajuda a manter a auto-estima do paciente, suas funções e relações familiares.

●A posição do fixador pode ser alterada, dependendo da localização do defeito da cobertura cutânea.

●Permite a alteração da rigidez com a qual a fratura é contida. É possível modificar a rigidez da fixação antes que a união altere a resposta do calo ósseo.

DESVANTAGEM

Os fios podem deslocar-se;

●Risco de repetição da fratura, na presença de osteoporose, uma vez retirado o aparelho;

●É necessária a colaboração ativa do paciente na evolução do tratamento;

●Limitação da vida social e de trabalho do paciente;
Problemas locais (dores cutâneas e musculares e edemas);

●Dificuldades na contração muscular;

●Problemas ligados à técnica cirúrgica ou do material (constitui uma possível fonte de infecção, devido às múltiplas aberturas na pele. A infecção no trajeto dos pinos ou fios é reconhecida pelo eritema, desconforto local e infiltração ao redor do pino ou do fio.

●Pode apresentar uma torção ou desvio, que altera o processo de cicatrização.

COMPLICAÇÃO


●Lesão neurovascular ou muscular;

●úlcera de pressão

●Infecção nos locais dos fios;

●Perda da estabilidade;

●Ruptura dos fios;

●Deformidades dos anéis;

●Rigidez articular;

●Subluxação e luxação durante o alongamento;

●Consolidação prematura da corticotomia;
Úlcera de pressão;


Assistência de Enfermagem ao paciente com fixador externo
Pré- operatório

●Orientar em relação a aparência do aparelho;

●Esclarecer todas as dúvidas do doente;

●Alíviar a ansiedade do doente;

●Enfatizar os aspectos positivos dos dispositivos;

●Manter jejum durante oito horas;

●Realizar tricotomia no local da incisão;

PÓS- OPERATÓRIO 

●Prevenir complicações inerente a permanência no leito prolongada;

●Manter membro com fixador elevado, para previnir o aparecimento de edema;

●Proceder a limpeza dos fios;

●Vigiar a presença de sangue no local da inserção dos fios;

●Realizar peso conforme prescrição médica;

●Observar regularmente perfusão periférica,pulso,parestesia,dor,diminuição da sensibilidade,pois poderá ocorrer lesão neurovascular;

●Observar frequentemente o local da inserção dos fios;

●Incentivar a realização de exercícios ativos e passivos para a estimulação da circulação e manutenção do tônus muscular;

●Se for recomendado pelo médico iniciar deambulação assistida,com auxílio de andadores ou moletas apoiando o membro afetado;

●Auxíliar nos cuidados de higiene e conforto;

Preparação para alta


●Supervisão diária no local da inserção dos fios;

●Continuação da fisioterapia;

●Informar sobre a importância da realização dos exercícios;

●Informar sobre ajustes a fazer no vestuário;

●Secagem no local dos fios com um cotonete, após o banho;

●Possibilidade de retornar ao trabalho, dependendo do tipo de profissão e do local do fixador;

●Utilização de calçados especiais para prevenir equinismo;

sábado, 3 de outubro de 2015

A mulher que sonhava em ser cega e tirou a própria visão


Para a maioria das pessoas, ficar cego é o pior pesadelo que alguém pode ter. Porém, para uma mulher na Carolina do Norte isso era um sonho, que ela fez se tornar realidade. Jewel Shuping, de 30 anos, estava tão desesperada para ser cega que ela pagou um médico para que derramasse uma espécie de soda cáustica em seus olhos azuis, afim de acabar com sua visão.
Jewel sofre de “Transtorno de identidade de integridade corporal (BIID)” – uma doença que faz com que as pessoas desejem a deficiência. “Eu realmente sinto que este é o caminho que eu deveria ter seguido, eu devia ter nascido cega.” afirmou Shuping. Segundo ela, a mulher sempre quis ser cega, e passou a vida toda prejudicando sua visão ou fingindo ser deficiente visual.
Jewel procurei ajuda de um médico em 2006 para que ele ajudasse a realizar seu desejo. O médico aplicou uma anestesia na mulher e realizou o procedimento. “Doeu, eu devo dizer. Meus olhos estavam gritando e eu tive uma drenagem indo pela minha bochecha.” disse ela “Mas tudo que o que eu conseguia pensar era que estava ficando cega, então tudo ia ficar bem.”

Dr. Michael First, professor de psiquiatria clínica da Universidade de Columbia, diz que as pessoas que sofrem de BIID não podem controlar sua necessidade de adquirir alguma deficiência. “Essas pessoas estão conscientes de que este sentimento é incomum, porém, sabem que é algo que está vindo de dentro deles. É algo que eles não conseguem explicar.”
Shuping está estudando uma licenciatura em educação e está se preparando para ajudar outras pessoas cegas a viver uma vida normal. Ela espera que através do compartilhamento de sua história, irá incentivar outras pessoas que sofrem de BIID a procurar ajuda. (NYPost)


9 imagens de raio-x que surpreenderam a medicina





Já mostramos aqui na Fatos Desconhecidos algumas verdades sobre o raio-x que quase ninguém conhecia. Mas hoje, embora o assunto seja o exame, trouxemos curiosidades ainda mais surpreendentes.
Já imaginou encontrar um Bob Esponja sorridente numa imagem radiográfica de um bebê? Ou então ver o estrago que um tiro pode provocar nos ossos de uma pessoas? Em 2005 um estudante de radiologia começou a enviar suas notas e imagens para a web como uma forma de manter o controle sobre elas.
Dez anos depois, milhões de pessoas de todo o mundo, incluindo médicos e especialistas da área, começaram a visitar o seu site para compartilhar outras imagens. Veja as mais surpreendentes:

1. Bob esponja calça quadrada

Dez anos atrás um radiologista na Arábia Saudita encontrou a imagem sorridente do Bob Esponja no esôfago de um bebê de 1 ano e quatro meses de idade. É possível ver o personagem tão claramente porque hastes metálicas dão formas para ele. O tamanho do objeto surpreendeu os médicos.

2. Mal congênito no braço

No antebraço geralmente existem dois ossos: raio e ulna. Mas nessa síndrome congênita rara que têm desafiado a medicina, em vez de desenvolver o raio e uma ulna, a ulna se forma duas vezes. O resultado é o que você vê na imagem.

3. Hipertireoidismo

O hipertireoidismo é um prolema hormonal bastante comum. Ocasionalmente, ele pode levar a uma condição chamada acropachy tireóide, que pode produzir um inchaço enorme dos dedos e da mão, demonstrada no raio-x.

4. Uméro baleado

Você está olhando para o úmero, um osso do braço com estilhaços de bala e fratura em várias partes.

5. Laranja Mecânica


A imagem acima, que lembra o rosto de Alex Delarge, personagem do Filme Laranja Mecânica, é apenas a radiografia de uma pessoas que usava mascara na cílios. Na radiologia você muitas vezes pode ver coisas em imagens que lembram fatos do dia-a-dia.

6. Cuidado com o anzol

Basicamente essa pessoa estava pescando quando acidentalmente prendeu o anzol na própria orelha. Repare que o animal pescado também está preso junto ao anzol.

7. Drogas no estômago

A tomografia computadorizada pode identificar facilmente as drogas ilícitas introduzidas no organismo, como a cocaína e as anfetaminas, por exemplo. Isso acontece porque as drogas se tornam muito densas depois que são embaladas.

8. Querubismo

O querubismo é uma doença óssea rara, que está relacionado com uma condição relativamente comum chamada displasia fibrosa. Ela expande dramaticamente a mandíbula, criando uma aparência física que lembra um querubim.

9. Síndrome da sereia

O bebê da imagem de raio-x sofre de uma má formação conhecida como síndrome da sereia. É uma condição congênita rara, onde as pernas são fundidas uma com a outra.

10. Ruptura peniana

A imagem acima é uma fotografia clínica do órgão sexual masculino. Não é possível ver o órgão porque ele está completamente inchado, mas é possível localizar com precisão o local da ruptura peniana.

6 verdades sobre o Raio-X


Praticamente todo mundo já precisou fazer ao menos um Raio-X na vida, colocando os pesados coletes plúmbeos para proteção de radioatividade e descobrindo como os ossos e crânio são por baixo da pele. Além da bizarra visão interna de nós mesmos, existem, todavia, vários mitos e fatos desconhecidos sobre a radiografia, que fazem desse tema um tanto quanto obscuro para a maioria das pessoas. Pra que você entenda melhor como esse método científico funciona, trazemos pra vocês 7 fatos sobre o Raio-X:
Fotografia superpotente

As máquinas de Raio-X, em resumo, não passam de máquinas fotográficas superpotentes, que captam ondas magnéticas que passam por ossos, carne e outras partes do corpo, diferentemente da luz, usada na fotografia comum. Ou seja: na verdade, o que muda é que somos bombardeados por radiação que nos atravessa, ao contrário da luz, que é refletida pelo nosso corpo.

Usos e evolução

Além de servir para checar ossos quebrados e coisas do tipo, o Raio-X é hoje usado de diversas outras formas, como para planejar cirurgias, tratamentos e acompanhar o combate à doenças como o câncer, algo que fica cada vez mais rápido pela diminuição de custos dos aparelhos.

Dá pra ser contaminado?

Essa talvez seja a maior pergunta sobre o assunto, em especial pros profissionais que trabalham com as máquinas, mas a resposta é não. Como as ondas são eletromagnéticas, quando o aparelho é desligado da tomada, não há mais radiação no local, o que não o deixa “corrompido” radioativamente e seguro para o uso prolongado. Entretanto, entrar em contato com os núcleos dessas máquinas pode ser mortal, como no conhecido caso do Césio 137, de Goiânia. Todavia, a exposição prolongada ou desprotegida com certeza pode ser maléfica para o organismo.

Espelhos refletem o Raio-X?

Não, e por isso mesmo, não é necessário haver preocupação com vidros, janelas ou espelhos nas salas, que não conseguem refletir os Raios-X.

Fazem mal para grávidas?

Desde que protegidas pelos coletes, como qualquer outra pessoa, não. Entretanto, sempre cabe uma avaliação profissional, com um médico, já que a gravidez é um momento muito delicado e importante, e pode ser desaconselhada se antes do terceiro mês ou em circunstâncias especiais.

Máquinas de Raio-X de scanners podem apagar cartões de memória?

Não, e isso não passa de um mito, já que a intensidade da radiação não é suficiente nem mesmo para danificar aparelhos eletrônicos, como celulares, e é emitida em baixíssimos níveis em aeroportos e outros tipos de locais com a tecnologia.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

MÉDICO ACUSADO DE DECAPITAR BEBÊ, DURANTE PARTO EM ITAPETINGA, EMITE DEFESA NO FACEBOOK

Cremeb informou que uma sindicância será aberta para apurar conduta
de Rubem Moreira, durante o procedimento que culminou na morte do bebê.



O médico que realizou um parto que terminou com
a decapitação da cabeça do feto morto, na cidade de Itapetinga, quebrou o silêncio.
Em uma nota publicada na sua conta do Facebook, o obstetra Rubem Moreira apresenta sua versão para o fato e garante que agiu em defesa da vida da gestante. Em contato com o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), nossa redação foi informada que será aberta “uma sindicância para apurar os fatos e tomar as providências cabíveis”. Leia a íntegra da nota publicada pelo médico:



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Mensuração da PVC (Pressão Venosa Central)

Em termos fisiológicos, a mensuração da PVC é um métodos acurado da estimação da pressão de enchimento do ventrículo direito, de grande relevância na interpretação de sua função.
O método de mensuração da PVC com coluna de água, devido à sua extrema simplicidade e baixo custo, é bastante popular e largamente utilizado, dispensando transdutores eletrônicos sofisticados.
Quando utilizada de maneira criteriosa e sempre que possível associada a outros parâmetros clínicos e hemodinâmico, a PVC é um dado extremamente útil na avaliação das condições cardiocirculatórias de pacientes em estado crítico.

Os valores esperados da PVC, mensurada através da linha axilar média como "zero" de referência, estão entre 6 - 10 cm H2O (através da coluna d'água) ou de 3 - 6 mmHg (através do transdutor eletrônico).

Mensuração da PVC

Para a mensuração da PVC, é necessário o posicionamento de um catéter em veia central (veia cava superior), comumente utilizando-se de punção percutânea de veia subclávia ou veia jugular interna. É checado radiológicamente para certificar-se que o catéter esteja bem posicionado e não esteja dentro do átrio direito.

Pode-se utilizar para a mensuração da PVC, um manômetro de água graduado em cm ou um transdutor eletrônico calibrado em mmHg. Espera-se que haja oscilação da coluna d'água ou do gráfico no monitor, acompanhando os movimentos respiratórios do paciente.




Materiais necessários para se monitorizar uma PVC em Coluna de água.

Monitorização em coluna de água:

01 equipo de monitorização de PVC;

01 frasco de solução fisiológica (100 ou 250 ml);

Fita adesiva;

Régua de nível.



Montando o sistema de coluna d'água



-Separa-se o material e leve-o até o paciente.

-Abra o equipo e conecte à solução fisiológica, retirando todo o ar do equipo (das duas vias). Coloque-o e um suporte para soluções e aguarde.
Encontrando a linha "zero" de referência.

-Com a régua de nível, encontre a linha "zero"de referência (ver Encontrando o "zero" de referência) e marque no suporte de soluções, a altura encontrada na linha "zero". 

-Fixe a fita graduada (vem junto ao equipo), começando no nº. -10- (coloca-se e 10 pois algumas camas tem ajustes de altura, podendo interferir na aferição da PVC) , deixando-a completamente estendida.
Mostrando a via longa do equipo de PVC.Fixando a escala ao suporte de soluções.

-Pegue o equipo, e fixe junto ao nº. -10- a região do equipo em que ele se divide em duas vias.


-A via mais longa irá ser conectada no paciente. A via curta, fixe junto à fita graduada, de modo que fiquem juntos essa via, o prolongamento simples do equipo e a fita graduada. Observe nas fotos ao lado. 








Encontrando o "zero" de referência da PVC


Normalmente são utilizados 03 pontos de referência para se medir pressões intravasculares.

05 cm abaixo do ângulo esternal;
- O próprio angulo esternal;
- A linha axilar média.




Coloca-se o paciente em decúbito dorsal horizontal. Encontra-se a linha "zero" através da linha axilar média, observando em que número se encontra diante à escala do equipo de PVC.


(Convém encontrar o "zero" todas as vezes em que se forem realizar as medidas, pois existem algumas camas que tem regulagem de altura, e pode ter sido alterada)




Encontrando e registrando o valor da PVC

Segue-se todos os passos para se encontrar o valor "zero" da PVC.


-Abra o equipo para que se preencha a via da coluna graduada com solução fisiológica. 

-Então abra a via do paciente, fazendo descer a solução da coluna graduada, observando até que entre em equilíbrio com a pressão venossa central, anotando-se esse valor. 

-Agora, diminua esse valor com o valor do "zero" de referência e se tem o valor da PVC.







Exemplo do cálculo da PVC.

Exemplo= Se o valor do zero de referência = 10 e o valor encontrado na coluna dágua = 18 então a PVC = 18 - 10 = 08 cm de H2O


Cuidados importantes

Verifique se existem outras soluções correndo no memso acesso venoso central. Caso ocorra, feche todas, deixando apenas a via do equipo da PVC. Ao término da aferição, retorne o gotejamento normal das outras infusões (caso existam). Outras infusões alteram o valor real da PVC.
Fique atento aos valores da PVC. Valores muito baixos podem indicar baixa volemia, e valores muito altos, sobrecarga hídrica.
Normalmente a coluna d'água ou as curvas em monitor oscilam de acordo com a respiração do paciente. Caso isso não ocorra, investigue a possibilidade do catéter estar dobrado ou não totalmente pérvio.
O balanço hídrico é importante. Registre a cada 24 horas na folha de controle hídrico, o volume de solução infundido nas aferições da PVC. 

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